Arquivo para dezembro de 2012

Tutorial de Groovy & Grails

Olá. Recentemente precisamos desenvolver uma aplicação e disponibilizar um WebService REST/JSON em um tempo recorde. Era um projeto interno e só tínhamos 2 semanas para fazer isso. Foi aí que entrou o Grails, como eu já havia estudado bastante a respeito meses antes eu vi que era uma boa oportunidade para testar meu conhecimento e contribuir para que a equipe também aprendesse algo novo.
Pensando em facilitar uma iniciação básica no mundo Grails decidi gravar algumas vídeo aulas básicas sobre o framework.

No primeiro vídeo eu apresentei conceitos básicos da linguagem Groovy e do framework Grails.

Depois eu demonstrei como instalar e configurar as variáveis de ambiente do grails.

No terceiro vídeo eu expliquei o processo de instalação da IDE de desenvolvimento Groovy & Grails Tool Suite.

No quarto vídeo eu expliquei como instalar os plugins de versionamento do GIT (Egit e Github MyLyn Connector) e iniciei também a criação do primeiro projeto. Como poderão ver o Grails te permite ir do 0 a um CRUD completo em poucos minutos.

No quinto vídeo partimos de um CRUD básico para coisas mais legais e instalamos o Plugin do SpringSecurity para Grails.

E nesse último vídeo instalamos o plugin do SpringSecurityUI e suas dependencias. Esse plugin possibilita a administração completa da sua aplicação Grails por meio de papéis de usuário e suas respectivas permissões.

Obviamente que apenas esses vídeos são muito pouco para quem quer começar no mundo Grails mas já é um começo. Dependendo do feedback desse material eu farei mais tutoriais a respeito obrigado e bons estudos. Se quiser ver o código desenvolvido basta acessar o GitHub e se preferir fazer o download ou checkout dos fontes.

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Entendendo o Apache Maven

Apache Maven
Olá. Percebi que muitas pessoas chegaram ao post sobre o Apache Archiva procurando por Apache Maven. Sendo assim decidi fazer um post sobre o Maven para ajudar aqueles que desconhecem esse poderoso framework.
Bom o Maven é mais conhecido por gerenciar dependências. Com o Maven não é mais necessário acessar vários sites baixar uma série de bibliotecas adicioná-las ao projeto e quando tudo não vai bem procurar bibliotecas que você se esqueceu. Além disso, se for trabalhar em equipe, você enfrentará outros problemas como ter que colocar sempre uma serie de jars junto ao projeto quanto for passar o código para outros desenvolvedores. Não raramente acaba ficando um ou ouro jar para traz e vira um inferno procurar os jars faltantes.
Por outro lado se você utiliza Subversion ou GIT (o que eu espero que você esteja fazendo) você reduzirá bastante o problema com bibliotecas. Entretanto tem-se um outro problema depois de muitos commits de jars junto com o projeto seu repositório vai ficando mais e mais inchado. Enfim você ocupará espaço desnecessário no repositório.
O Maven resolve quase que completamente esse problema, na medida em que com ele você passará a commitar apenas código. Bom o Maven procura as dependências declaradas em um arquivo XML chamado POM (Project Object Model), baixa todas elas e armazena-as em um repositório local localizado no diretório .m2 dentro do diretório do usuário, dessa forma todo projeto que utilize uma dependência em comum irá compartilha-la a partir do diretório .m2. Desse modo inclusive o tráfego na rede é reduzido na medida em que não é necessário ficar baixando sempre a mesma dependência. Ainda assim é interessante utilizar uma ferramenta como o Nexus para fazer cache dessas dependência na rede interna da empresa minimizando o tráfego.
Além de gerenciar dependências o Maven possibilita dentre outras coisas montar uma arquitetura básica para vários tipos de aplicação com apenas alguns comandos. Espero que este post seja um pontapé inicial para que você comece a utilizar o Apache Maven. Num post posterior irei abordar a estrutura do POM e talvez o próprio Nexus.

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